segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dos últimos dias.

Depois de 10 horas de prova, em dois dias muito cansativos, restam-me pouco fôlego e muita disposição para encarar mais 1 mês de muito estudo e mais dez horas de prova, se eu for pra segunda fase. Como não posso esperar o resultado sair para começar a estudar, amanhã mesmo recomeço a maratona.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mais tempo pra nós.

Ela é que me deixa há quatro anos, completinhos hoje, de cabeça pra baixo. Esse é um amor combinado com leveza.

Amo muito voce.


P.S.1 Reforçando! Pedido:
Me dá mais tempo pra ele.
Que tal toda a vida?
P.S.2 Inusitado:
O desenho foi dela, feito no verso de uma apostila de geografia. Foi na época do terceiro ano do colegial. Achei por acaso, quando eu esta selecionando uma material para estudar. Fiquei numa felicidade só.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Outra confissão.



Quando por qualquer coisa desse mundo a possibilidade de não ser com você me salta a cabeça, a resposta em alto e bom som que grita dentro de mim é que sem você nada do que me proponho faz sentido. Não que constituimos uma relação sem individualidade, longe disso, é que a minha vida a partir de vc é um constante processo dialógico de aprendizagem.
Já já fazem 4 anos. Muita coisa mudou, me fiz e me desfiz muitas vezes, umas doloridas, outras bem resolvidas...e o que concluo é que tinha quer ser assim- seja porque não vejo de outra maneira, seja porque contabilizo muita experiência em meio a essa sucessão de acasos e de planos bem ou não sucedidos.
O que sei é que se for necessário me desmancho de novo, sim!, pelo que mais aprecio e valorizo: você e toda a parafernália que montou em minha vida. Jamais por um sentimento de obrigação gratuito, antes, pelo inato desejo de ser o melhor com você. Não porque você é completa, é simplesmente por você está pronta a me exigir o melhor como ser humano e como seu amor, e mais!, porque você exercita isso consigo.
Por tudo, por um acaso, um presente, nos escolhemos.





P.S. Foto do fim de semana.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Up. Altas aventuras.




Eis uma animação sobre o amor em suas inúmeras variantes. Essa fita é, sem dúvida, a melhor animação que pude assistir. Ri, chorei, encantei-me com tamanha beleza e no final sai com algumas lições. Vou listá-las : A de que um amor de verdade dura para sempre em nosso coração; a de que simplicidade é o fio invisível que nos conduz ao melhor de nós, seja no outro, seja em si mesma; a de que afeto não tem idade, pois cada fase tem a sua beleza e o seu conteúdo.
No final, esta fita maravilhosa nos impele a refletir sobre o poder que temos de ser um pouco melhor, se entendemos que o outro faz parte desse processo de auto-pluri-reconh-descontru-constru-cimento. Porque ele é interminável, não indelével e herdável.
E bom que assim o seja.


Fonte das fotos: http://livroslidosefilmesassistidos.blogspot.com/

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dos meus dias...


VES TI BU LAR
Até o final do ano, meu tempo estará condicionado a ele. Há a possibilidade de eu não passar mas, por hora, prefiro pensar que tenho boas chances.
A escolha: Medicina.
Deveria ter sido a minha escolha desde sempre! Acontece que só foi há dois anos ela começou a se potencializar. Já havia pensado nela antes, quando fui prerstar vestibular a primeira vez. Como, desde minha meninice, tinha me apaixonado pela História e no fim do Ensino Médio pela Sociologia, convenci-me que meu caminho era o das Humanidades. Devido aquela conjuntura fui concretizar o planejado engressei no curso de História da Federal daqui.
Passado um tempo, descobri que ser sensível às Humanidades não significa ser capaz de ensiná-las. Neste país, então, onde a Educação parece está fadada ao fracasso, educar é quase quimérico. Despertar sensibilidade mais difícil ainda.
Daí, começei a perceberi que poderia usar o meu gosto pelas humanidades em outra coisa...pensei, pensei e só me veio medicina. Junto a ela enxerguei a possibilidade de ser mais autônoma, de poder fazer diferença, mesmo que pequena, no campo da prática.
Hoje, não me vejo fazendo nada que são seja a medicina.
Quanto ao vestibular, é corrida, competição e a vida da gente entra num turbilhão. Estou tentando me manter equilibrada, afinal de contas, não sou vestibulanda de primeira viagem, embora só esteja sentindo os sintomas de sê-la agora.
Passar ou não, só daqui a alguns meses. Mas, desde já, mantenho firme o que me move, a escolha, uma profissão que me enfeite, que seja componente da minha hstória, que me construa e desconstrua também.
A verdade é que não sei viver nem, muito menos, escolher sem ser intensa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Em mais ninguém, além de você.





You're part time lover




Você é parte do tempo amante e um(a) amigo(a) em tempo integral,
And a full time friend A dor nas suas costas é a última moda,
The monkey on the back Não vejo o que qualquer um pode ver,
Is the latest trend Em mais ninguém,
Don't see what Além de você.
Anyone can see
In anyone else
But you


Here is a churchAqui está uma igreja e aqui é um campanário,
And here is a steeple Nós com certeza somos bonitinhos pra duas pessoas feias,
We sure are cute Não vejo o que qualquer um pode ver,
For two ugly people Em mais ninguém,
Don't see what Além de você
Anyone can see
In anyone else
But you


We both haveNós dois temos maravilhosos ataques de raiva,
Shiny happy fits Eu quero mais fãs, você quer mais palcos,
Of rage Não vejo o que qualquer um pode ver,
I want more fans Em mais ninguém,
You want more stage Além de você
Don't see
What anyone can see
In anyone else
But you


I'm always tryin'Estou sempre tentando ser realista,
To keep it real Agora estou apaixonada pelo jeito como você se sente,
Now i'm in love Não vejo o que qualquer um pode ver,
With how you feel Em mais ninguém,
I don't see Além de você
What anyone can see
In anyone else
But you


I kiss youEu te beijo na cabeça na sombra de um trem,
On the brain Eu te beijo com todo o seu olhar estrelado,
In the shadow Meu corpo oscilando de lado a lado,
Of the train Não vejo o que qualquer um pode ver,
I kiss you Em mais ninguém,
All starry eyed Além de você
My body swings
From side to side
I don't see
Wwhat anyone can see
In anyone else
But you


The pebbles forgive meOs pedregulhos me perdoaram,
The trees forgive me As árvores me perdoaram,
So why can't Então, por que razão você não pode me perdoar?
You forgive me? Não vejo o que qualquer um pode ver,
I don't see Em mais ninguém,
What anyone can see Além de você
In anyone else
But you


Du, du, du, duDu du du du du du dudu
Du, du, du Du du du du du du dudu
Du, du, du, du Não vejo o que qualquer um pode ver,
Du, du, du, du Em mais ninguém,
Du, du, du Além de você.
Du, du, du, du
I don't see
What anyone can see
In anyone else
But you

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

L' heure d'été ou Horas de Verão


Momentos delicados contados com uma transparência muito próxima da experiência propriamente humana. Nada de exageros sentimentalóides, nada de requintes hollywodianos.

O ponto de convergência da trama é a morte da matriarca Helena, daí três irmãos com rotinas, vidas e objetivos diferentes têm que se encontrar para decidir o que fazer com a casa que a mãe deixou. Só que o que está na trama é muito mais que uma simples partilha de bens, é o encontro entre gerações e o selamento de uma de outrora, que agora se torna memória.

A compreensão de que a mudança de costumes é inevitável não nos é apresentada com pesar, mas com naturalidade, permitindo o duelo de juizos, desejos e concepções díspares. As decisões são tomadas sem ressentimentos e têm como ponto de equilíbrio o concenso. Por isso, nada que está do lado de dentro se perde.

A fotografia traduz muita beleza.
L' heure d'été é uma fita agradabilíssima,com certeza já está na minha lista de favoritos-simples.